terça-feira, 29 de junho de 2010

+ Os 25 melhores pares românticos do cinema

Ah... L’amour! Eu estava pensando esses dias em algo legal para postar no blog, então me dei conta de que há muito tempo tenho uma mania até engraçada: catalogar mentalmente listas sobre os mais diversos assuntos... Então, como estamos no mês de junho, por mais que ele já esteja chegando ao fim, resolvi postar aqui uma listinha (um tanto pessoal) dos casais que mais deram certo no cinema. Vou logo avisando que nem todos os filmes dessa lista são muito conhecidos, assim como nem todos trazem o romance como foco principal... No entanto, aos que quiserem arriscar, eu aconselho que assistam aos indicados! Vale muito a pena conferir, principalmente pelas interpretações desses casais tão simpáticos, com as mais belas cenas de amor já protagonizadas... Prepare-se. Eu me apaixonaria só de ler.

1. Edward Lewis e Vivian Ward


Não poderíamos começar a lista sem citar o casal mais histórico do cinema americano, de “Uma linda Mulher” (Pretty Woman). Edward Lewis, interpretado por Richard Gere, vive um romance intenso que tem início em pouco tempo, com Vivian Ward, papel que consagrou a atriz Julia Roberts. Aí você pensa: "Romance nada demais!". É... Isso se não fosse o fato de que Vivian é uma prostituta, que bate ponto na Hollywood Boulevard, enquanto Edward é um rico empresário (quando eu digo rico, é rico mesmo). Ao final de uma semana, depois de muito relutar, os dois se descobrem apaixonados. Na foto, Vivian está prestes a dar em Edward o primeiro beijo do casal, coisa que não tinha acontecido até então.

2. Mr. Darcy e Elizabeth Bennet

Elizabeth, “Lizzy”, é a segunda irmã mais velha dentre cinco filhas. Numa Inglaterra onde as mulheres priorizam o casamento e os pais visam principalmente as uniões por interesse, a inteligente e educada Elizabeth (Keira Knightley) pensa em tudo, menos em matrimônio. Sua relação com o pai é muito amorosa e divertida, mas a mãe insiste em pressioná-la a aceitar o primeiro bom-partido que aparecer. A família não é rica. Lizzy reluta em ceder o coração, mas, ao conhecer o rico, esnobe, preconceituoso e orgulhoso Fitzwilliam Darcy (Matthew Macfadyen), as coisas começam a mudar de perspectiva... E, ao longo da história, Elizabeth percebe que talvez o reservado Mr. Darcy não seja tão mau assim... Sem apelação, sem cenas escabrosas, sem rasgação de seda. O filme é baseado no livro de mesmo nome, “Orgulho e Preconceito”, de Jane Austen, um clássico.

3. Benjamin Barry e Andie Anderson

Muito engraçado, talvez escrachado em demasia nas cenas de comédia - beirando o papelão -, mas o romance é na dose certa e faz suspirar e querer um igual... Em “Como perder um homem em 10 dias”, Andie Anderson (Kate Hudson) e Ben Barry (Matthew McConaughey) são alvos de uma aposta, de ambos os lados, sem que nenhum saiba das intenções do outro. Eles se envolvem num romance cheio de interesses hilários e orgulhosos por trás... Mas então, num fim de semana passado na casa dos pais de Ben, acontece a primeira vez do casal. Eles são - na medida do possível - sinceros um com outro, e as máscaras caem, deixando os sentimentos expostos. As coisas mudam e, mesmo claramente apaixonados, nenhum dos dois sabe como desistir de suas respectivas apostas... É algo lindo e emocionante de se ver, assim como o vestido amarelo que a Andie usa numa das últimas cenas.

4. Griffin e Phoenix

Grffin (Dermont Mulroney) e Phoenix (Amanda Peet) estrelam o filme intitulado aqui no Brasil de “O amor pode dar certo”. Ambos estão doentes (têm câncer), e enquanto tentam lidar com a ideia da morte iminente, acabam ficando juntos. Griffin leva Phoenix a realizar alguns de seus sonhos, coisas que ela nunca fizera antes. Ao mesmo tempo em que vão amando um ao outro, realizam essas pequenas fantasias. Picham caixas d’água, entram no cinema pela saída de emergência (pra não pagar), passam um dia inteiro (sem exagero) na cama (e também no tapete, no chão, no sofá...). Apesar do drama, como o fato de ela não poder ter filhos, é um filme leve, que pode até arrancar algumas lágrimas dos mais sensíveis. Tipo... eu.

5. Noah Calhoun e Allie Hamilton

Em “O diário de uma paixão” ou “O diário da nossa paixão”, em inglês “The notebook”, Noah (Ryan Gosling) e Allie (Rachel McAdams) vivem um amor de juventude que, devido às circunstâncias, à pressão da família dela e ao fato de ele ser pobre, acaba sufocado. No entanto, o tempo passa, e amor é amor. Eles voltam a se encontrar e revivem aquela antiga paixão... Baseado no livro de Nicholas Sparks, que também escreveu o best-seller que serviu de inspiração para o filme “Um amor para recordar”.

6. Aquiles e Briseis

Brad Pitt interpreta em “Troia” o lendário guerreiro Aquiles e suas proezas em meio à guerra, ocasionada pelo rapto de Helena. Apesar de não ser o casal principal, o romance entre Aquiles e Briseis (Rose Byrne) é muito intenso e significativo para o desenrolar da história. É por causa de Briseis que Aquiles pensa em deixar os campos de batalha e levá-la embora consigo. Mas ele acaba ficando. Briseis era, antes de ser levada até a tenda de Aquiles, uma virgem sacerdotisa do templo, mas, por ser sobrinha do chefão de Troia, é levada cativa para a cidade-estado inimiga, a Grécia. Confinada na tenda de Aquiles, a paixão começa a surgir... E é no meio da madrugada, quando ela tenta matá-lo com um punhal para se ver livre, que sua primeira noite de amor acontece nos braços do guerreiro considerado imortal.

7. Nino Quincampoix e Amélie Poulain

No filme francês “O fabuloso destino de Amélie Poulain”, a jovem sonhadora, ingênua e triste vive um romance quase platônico com um cara misterioso, que trabalha num sex shop, ao mesmo tempo em que ela tenta mudar a vida das pessoas ao seu redor, secretamente. Mas todo o filme conspira para um final belíssimo... Nino (Mathieu Kassovitz) e Amélie (Audrey Tautou) terminam juntos, com um dos beijos mais bem dados e mais originais da história do cinema! Um beijo que começa na nuca até encontrar seu destino final.

8. James Brennan e Emily Lewin

Em “Férias de verão frustradas”, ou “Adventureland”, a mocinha de crepúsculo (Kristen Stewart) vive agora Emily, em plena década de 80, onde rock, drogas e sexo era o lema daquela juventude rebelde, retraída e cheia de mágoas. Quando a família de James (Jesse Eisenberg) desce de nível econômico, e ele é obrigado a voltar para sua velha casa num bairro de classe média, a única solução que encontra para bancar a faculdade no próximo semestre é trabalhar num parque de diversões. Lá, conhece Emily, que vive em segredo um romance com um homem casado, mas nem mesmo isto é capaz de frear o amor que James começa a sentir por ela... E durante esta década gloriosa, num inteligente, divertido e interessante flash back dos anos 80, o romance dos dois jovens merece destaque por ter emoção e ser verdadeiro. É cheio de tiradas inteligentes, conversas pseudo-intelectuais e aquele sentimentalismo bobo que aquece os nossos corações, nós, reles mortais.

9. Milly e Johnny

Em “Minha mãe quer que eu case”, Milly (Mandy Moore) vê-se dividida entre dois bons partidos que sua mãe arranjou sem que soubesse do plano. Ela acaba se envolvendo com ambos, em segredo. Um músico, pai solteiro, o famoso "péssima escolha"; e o outro, um empresário rico e bem de vida. A mãe aprova o segundo, claro. Mas é pelo Johnny (Gabriel Macht), o músico, que o coração da mestre-cuca Milly bate mais forte, o que que fica claro nas entrelinhas da história. Vale o mistério e a expectativa, afinal, com quem ela vai terminar?

10. David e Natalie

Em “Simplesmente amor”, o recentemente eleito primeiro-ministro da Inglaterra, interpretado por Hugh Grant, acaba se apaixonando por uma funcionária de seu gabinete, a rechonchuda Natalie (Martine McCutcheon). Hugh Grant, como sempre, está engraçado e charmoso, isso sem falar na dancinha que ele faz... Ui. Romance que captura, assim como outros que também acontecem neste filme inglês, com a participação do nosso produto de exportação Rodrigo Santoro.

11. Manny Singer e Corrina Washington

O ano é 1959. Quando o músico, compositor e produtor de jingles Manny Singer (Ray Liotta) perde a esposa, ficando só com a filha, o pai viúvo é obrigado a contratar uma babá pra cuidar de Molly e voltar ao emprego. Desde o velório da mãe, a menina não fala. Então, já a perigo, Manny entrevista uma série de possíveis babás, e nenhuma mostra-se apta a cuidar de Molly. É quando Corrina Washington (Whoopi Goldberg) aparece na casa e interage com Molly. Manny a observa com sua filha, percebe que ela é a única solução possível. Contratada, Corrina promove uma verdadeira reviravolta alimentícia, emocional e musical no lar dos Singer. O sentimento por ela começa a crescer, no entanto, eles esbarram em preconceitos alheios, por Corrina ser negra. A família do músico não vê aquela situação muito bem, e hesitam em deixar Molly aos cuidados da mulher, assim como a família de Corrina não aprova sua relação profissional com o "branquelo". Um filme leve, que fala de perdas, família, e sem as chatas e duras críticas sociais de sempre, que já se tornaram clichês e não nos levam mais a nada. É um filme bem "sessão da tarde", inclusive já foi transmitido no horário global. Mas eu recomendo, por mais que sempre me digam quão duvidoso é meu gosto cinematográfico! Eu chorei em mais de uma cena. Assim como em quase todos desta lista! Mas é segredo. Neste filme, uma das minhas cenas favoritas é a do beijo.

12. Mark Darcy e Bridget Jones

Acho o segundo filme muito mais divertido e engraçado que o primeiro, e é por isso mesmo que faço questão de especificar que é o segundo quem está aqui nesta lista. Até porque, o romance do advogado Mark Darcy (Colin Firth) e Bridget (Renée Zellweger) só vem a acontecer de fato no segundo filme. É tão engraçado e causa muita empatia as cenas em que ela tenta se esconder sob o lençol, pra não mostrar o corpo a ele, e principalmente quando ele a convence a deixar isso de lado, e ela, rindo, abandona o lençol. Divertidas também as partes em que ela tanto deseja agradar, que até causa dó. Mas, quem diria, ela é muito mais mulher que muita mulher por aí... Quem nunca admirou secretamente o jeito maravilhado, estabanado e meigo de Bridget Jones não sabe o que é ver um bom filme e derramar algumas lágrimas. Aprovado! Do tipo de casal que você torce para que nunca se separe, pelo menos nas telas.

13. Hal Moore e Julie Moore

Sei que muita gente acha o romance de "Coração Valente" muito mais lindo, emocionante e com aquele atraente toque trágico que faz um filme superior a outros, por mais que seja triste. Pois bem, mas ainda assim, e até mesmo admirando o "brave heart" de Mel Gibson, o meu coração bate mais forte mesmo é pelo romance de "Fomos Heróis", protagonizado por ele. Neste filme, o tenente-coronel Hal Moore é mandado junto com a esposa, Julie Moore (Madeleine Stowe), e os filhos, para uma vila militar, onde ele comandará uma tropa que será destinada a uma trincheira específica em plena guerra do Vietnã. O que acho lindo neste filme, apesar de nem ser tão exposto em primeiro plano, é o fato de que o casal é tão cúmplice, tão junto, têm uma penca de filhos (mais de cinco), e ainda assim a paixão perdura e é intensa. Há amor, desejo, e tudo isso é perceptível através do modo como os personagens se olham, se tocam e conversam. Como sempre, Mel Gibson dá um show de interpretação. Um dia eu chego lá. E a boca da Madeleine Stowe também impressiona bastante.

14. Darren e Suzie

Em “Suzie Gold: Judia solteira procura”, o romance é o pivô da história, assim como a pressão da família em cima dela para que se case. Quando vi o filme pela primeira vez, assim que terminou, coloquei pra ver de novo. Nem consigo descrever as sensações que passam pela gente ao assistir à história... É divertida, engraçada, difícil descrever. É um filme com história bem simples. As imagens parecem velhas, sei lá, de um estilo duvidoso e que nem sempre agrada a todo mundo. Narra as desventuras da judia Suzie (Summer Phoenix), que não consegue arrumar um namorado e, consequentemente, casar. Ela então resolve dar um jeito na vida, tornar-se mais independente, e começa a trabalhar num programa de TV... É lá que conhece Darren (Leo Gregory), trabalhando no mesmo estúdio. E adivinhem só... Eles começam a sair juntos, e se apaixonar é inevitável. Mas tem um problema(ão): Ele não é judeu. O que vai gerar uma série de conflitos, separações, lágrimas, revisão de conceitos... Mas que culminam para um cativante e lindo final, eu diria até filosófico. É bem no estilo de “Casamento Grego”, só que mais pobrezinho e mais peculiar, em minha opinião. Logo, muito melhor. Mas é só uma opinião. E lembrem-se que sou uma mera leiga.

15. Sam Coulson e Josie Geller

Suspirei muito por esse professor quando vi o filme pela primeira vez... E depois na segunda, e na terceira. Em "Nunca fui beijada", a pantera Drew Barrymore interpreta a jornalista Josie Geller, que se infiltra numa escola e volta a ser uma estudante de ensino médio, tudo isso para ir em busca de uma boa matéria. Mas ela não esperava que o professor de inglês fosse tão charmoso, inteligente, bonito... Sam Coulson é interpretado pelo ator francês Michael Vartan. Vale a pensa conferir, até porque, a mulher tem 30 anos e nunca foi beijada. Quando enfim encontra o cara que atende a todas as suas especificações, ele tem uma noiva, acha que Josie tem só 17 anos e, para piorar, como está ali disfarçada a trabalho, quase deixa seu papel se arruinar ao mostrar quão boa é na matéria dele, pois escreve muitíssimo bem e também venera Shakespeare, assim como o professor. Filme lindo. A cena final, claro, o beijo.

16. Andrew Paxton e Margaret Tate

O casal de “A proposta” é a executiva canadense Margaret (Sandra Bullock) e Andrew (Ryan Reynolds), um escritor em ascensão. Eles começam se odiando e, graças a uma proposta de Margaret, um pedido de casamento forjado para que ela continue a trabalhar nos EUA, eles vão para o Alasca conhecer a família dele e então... Apaixonam-se. Ela faz o tipo durona, que amolece no final, e ele o nerd-escritor-frustrado, tudo muito bem-humorado.

17. Johnny Castle e Baby

Patrick Swayze interpreta Johnny, e a doce, sonhadora e altruísta Frances Houseman, mais conhecida como Baby, é interpretada por Jennifer Grey. Ela é desajeitada e certinha, filha de médico e rica. Está passando as férias numa espécie de colônia de férias com a família. Enquanto ele é um dançarino talentoso, charmoso e pobre, que trabalha no clube. O romance deles acontece durante essas férias, em segredo, mas como suas vidas envolvem tantos outros problemas alheios, logo a situação fica difícil de ser levada secretamente... Filme histórico. Quem nunca viu, não existe. As danças e os ensaios são muito bons, assim como os olhares e as cenas de amor.

18. Jake Fisher e Helen Randall

Em “Anjos da Vida – Mais Bravos que o Mar”, Ashton Kutcher interpreta Jake Fischer, ao lado de Sela Ward, que faz a jovem professora Helen Randall, apaixonada por sua profissão, e que mora numa cidade onde a marinha e o corpo de resgate recrutam novos soldados e fazem seus treinamentos. Pouca gente repara nesse filme pelo prisma do romance, muito menos fica atento ao casal que protagoniza um final tão lindo... Quando o Ashton Kutcher volta para ela e diz, no meio de uma sala de aula cheia de alunos extáticos: “Menti. Não gosto de lances casuais”.

19. Hayden e Annie Braddock

Super divertido e inteligente! “O diário de uma babá” parece ser um filme de comédia, mas na verdade é um dramalhão disfarçado. Bom, vale muito a pena! Scarlett Johansson faz a “Annie, the nanny” e Chris Evans faz “o bonitão de Harvard”. Só no fim é que Annie (Scarlett Johansson) nos revela o nome do cara: Hayden (Chris). Filme muito bom, principalmente as partes em que ela se vê dividida entre a mentira, o emprego e o romance. Vale também citar as cenas de calcinha à mostra, graças ao pestinha do “Grove”. E também quando ela muda de ideia e corre pelas escadas de emergência como louca, pra chegar ao andar dele antes do elevador e pular no pescoço do bonitão. Quem diria que antropologia pudesse ser tão interessante! Filme que emociona (o que não me emociona, afinal?!).

20. Sean Connery e Catherine Zeta-Jones

Depois de assistir tanto à essa produção notória na sessão da tarde, eu me rendo! O filme é “Armadilha” (Entrapment), com Catherine Zeta-Jones e Sean Connery. Grandes nomes, hein? Não é possível que ninguém nunca tenha visto pelo menos um trecho deste filme! É aquele em que ela treina passar pelo alarme do museu, pra roubar um troço qualquer e caríssimo, com a ajuda de um monte de barbante vermelho atados a sininhos, e aí ela vai se arrastando pelo chão, de olhos vendados... Se não me engano, Catherine Zeta-Jones é uma agente disfarçada, que tenta ser a dupla mortal e criminosa de Sean Connery, mas não se sabe muito bem qual é a dela, se é boazinha ou má, assim como também não dá pra saber o que é que vai na cabeça do malvadão, Sean. A não ser no final, é óbvio. Muito interessante e mafioso! E adivinhe só: Os dois se apaixonam.

21. Kevin Costner e Whitney Houston

Outro pré-histórico e indiscutivelmente clássico consagrado! Em "O guarda-costas", nosso amigo Kevin Costner banca o guarda-costas frio e indiferente, enquanto a cantora Whitney Houston interpreta... Uma Whitney Houston. É bacana porque o fato de ela ser negra e ele ser branco nem está em evidência, não se discute muito. Mas o que pega pro lado deles é a diferença de mundo, o dinheiro, o modo de vida e etc... O filme tem cenas célebres, como quando ela o desafia com uma espécie de espada de samurai ou quando ele carrega ela de um show em que há uma ameaça de atentado, e tira ela de lá como um saco de batatas no ombro, tudo bem viril e machão. Também tem a cena final, a do avião, ao som de "Endããããããããããã iãããã iu oueis loviiiu". Já discute-se a possibilidade de um remake, que seria estrelado por Rihanna, a mocinha do guarda-chuva. Nada confirmado.

22. Harold Crick e Ana Pascal

Em “Mais estranho que a ficção”, o casal inusitado é composto pela dona de uma padaria, Ana Pascal (Maggie Gyllenhaal), e o fiscal da receita federal Harold Crick (Will Ferrell). O filme não recebeu críticas muito boas, mas eu não me importo. Porque adorei e até chorei na poltrona do cinema, quando fui ver ao lado da minha mãe e meu padrasto. O enredo é uma viaaaagem... Um pseudo-cult que satisfaz (e muito!) meus anseios mais obscuros e gostos duvidosos. Para mim, o Will Ferrell está, como sempre, genial! Ele deixa engraçadas até as cenas mais toscas, mais tristes... E sabe mesmo comover com aquela cara de paspalho. A cena em que ele toca guitarra... Só sabe uma música, mas toca... É linda. Ali é onde de fato começa o romance. É como uma metáfora, em que ele deixa de ser o auditor fiscal rígido e grave, e resgata sonhos e hábitos da juventude, aproveitando cada segundo. Clichê, eu sei. Mas bom.

23. Patrick Verona e Kat Stratford

Em "10 Coisas que eu odeio em você", um casal simplesmente fantástico, um romance muito bom, desses que cativam, com a mocinha intelectual e o bad boy desajustado que (quase) se regenera. Nosso saudoso Heath Ledger interpreta Patrick Verona e a veterana Julia Stiles interpreta Kat Stratford. O filme é baseado na obra do Shakespeare intitulada "A megera domada". É uma peça muita boa, uma de suas comédias permeada de ironias. Vale constar que uma novela também já foi embasada nesta obra: "O cravo e a rosa", com a histérica Catarina e o bruto Petrucchio.

24. Neil e Beth

O casal não tem extremo destaque no filme, "Ele não está tão a fim de você", porque existem também outros tantos casais... Mas eu achei um dos mais bonitos. Dentro da história, eles são um dos poucos que terminam juntos. Mas os que ficam vingam todos os outros romances da face da Terra que nunca deram certo! Na produção, Beth (Jennifer Anniston) e Neil (Ben Aflleck) namoram há 7 anos e moram juntos, mas ele nem fala em se casar, enquanto que esse é o sonho de Beth. Numa crise, por causa dessa mesma discussão, eles se separam. Ela diz que, se ele não quer casar, porque não acredita em casamentos e tudo o mais, então é melhor ir embora. Mas no fim... Ela entende que o amor deles não precisa ser assim, justificado. Vai atrás dele, que tem morado num barco. E o resto é história. Ah, ele pede ela em casamento.

25. Wan e Bel

“Fica Comigo” é um filme brasileiro lançado em 13 de fevereiro de 1998, do gênero drama. Com Antonio Fagundes, interpretando C. H., e o casal Bel (Luciana Rigueira) e Wan (Vitor Hugo). Deixei o antigo brasileirinho por último; pra alguns pode parecer meio tosco, até eu, quando vi, não consegui compreender umas duas ou três partes. Parece que todo filme tupiniquim é desse jeito, hein?! Não me perguntem por que, mas eu me apaixonei e me entrelacei por este filme. Lembro o ano em que vi. 2007. Era de madrugada, e eu lá, às bordas com o Intercine na televisãozinha branca. E começou aquele filme, que a princípio eu não dei nada. Mas me conquistou, acho que porque fala de dramas e perdas da juventude, e sobre encontrar um amor numa época difícil, em que todo mundo diz que você não tem idade pra saber o que é se apaixonar e amar alguém... É, meus caros. Todos temos nossas fases rebarbadas de incompreensão juvenil e misantropia. Daí surgem os filmes, e por mais estranhos que sejam, conquistam e fazem morada. Aos corajosos, eu indico: “Fica Comigo”, dirigido por Tizuka Yamasaki e com roteiro de Jorge Duran.

6 comentários:

  1. Muito bom isso. Adventureland é fóda!
    Faltaram alguns, mas como só são os 25...
    Os casais de A Lot Like Love (De Repente é Amor)e Say Anything (Digam o que quiserem) também podiam estar. :P

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  2. como assim? faltou o mais clássico de todos,Rose e Jack de Titanic!

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  3. Eles nao colocaram o Edward e a Bela porque resolveram postar apenas filmes que prestam e fazem sentido

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  4. olha querida é a 1ª vez q visito seu blog adorei o conteúdo e confesso q compartilho o mesmo gosto duvidoso pra filmes achei muitoo boa essa lista, confesso q já assisti mais da metade desses filmes!!!! e agora tenho novas opções de filmes de gosto duvidoso pra eu assistir!!!!! bjossss

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